Pioneirismo Constante

Imagem

Uma comunidade. É o que de fato tornou-se o site Purali.

Se fosse necessário escolher uma característica para simbolizar a marca Purali, certamente eu escolheria irrefreável! Uma evolução constante. Uma busca dia a dia pelo pioneirismo. Usar daquele “never surrender” e sempre procurar ser visionário, de modo que o resultado proporcione uma função real numa marca. Conceitos atuais referentes à vivência da web é o trilho sobre o qual percorre esta marca-máquina. Quem acompanhou o trabalho do portal pode confirmar a grande difença entre o que se vê hoje e o que se via em sua primeira versão, em 14 de Maio de 2011.

Antes, um site com ofertas em cinco cidades do sul de Minas Gerais e a cada dia uma novidade era vislumbrada por algum dos membros da Equipe Purali até passarem a ser, sim, cinco cidades dentro de uma só comunindade. Sim, a participatividade foi essencial para que todo este trabalho pudesse ser realizado, incansavelmente, não somente dentro da Equipe. Prego sempre que é possível e, muitas das vezes melhor, extrapolar as capacidades de uma empresa ou organização através da terceirização.

Jamais haveria uma iniciativa tão interessante quanto a rede social Comunidade Purali, num mercado tão conservador, não fosse pela união de Equipe Purali, APC, Louvuus e Media Plus.

A Comunidade Purali é uma rede social que parte da premissa de que você pode conhecer uma pessoa através de suas preferências de consumo e pelas marcas ou estabelecimentos que costuma consumir, usar ou frequentar. E tudo com um foco especial na cidade, para que seja possível reunir ao display o que, pra você, é o que há de melhor na sua cidade. Nada mais justo! Afinal de contas, somos moldados e mostramos o que somos em grande parte através de nossos gostos. Para o Usuário, é uma forma divertida e interativa de aproveitar ofertas, conhecer novidades do comércio da cidade e interagir com marcas e amigos!

Já para o Parceiro…

Para o empresário, a Comunidade Purali é uma potente motriz de publicidade local e nacional, com a possibilidade de colocar produtos e serviços nos bancos de Ofertas Purali da própria cidade ou através da Oferta Nacional (as ofertas especiais da casa, que continuam a todo vapor). São diversas possibilidades de utilizar ferramentas de marketing, tais como o sistema de hook (em que usuários podem recomendar os produtos e realizar vendas em troca de comissões) e as Ofertas Independentes (lançadas de forma autônoma). Tudo dentro de um ambiente com uma grande sinergia social. O empresário pode também ir além e contratar um espaço exclusivo dentro da Comunindade! É o que chamamos de Página Empresarial Purali, que consiste em um website preparado para e-commerce com todas as ferramentas que uma empresa precisa: vendas eletrônicas, divulgação interna (para todos os usuários) e divulgação integrada (com as redes socials de maior relevância), e a gestão financeira ideal para qualquer empresário, em especial aqueles que estão por iniciar suas atividades econômicas e procuram dinâmica fácil e baixo custo financeiro. Aqui, o empresário usa o sistema Purali para vender em até 18 vezes, mas pode receber adiantado em até vinte dias.

É tudo isso que chamamos de “funções reais numa marca“.

Como participante ativo na gestão da organização e da marca Purali.com, mais especificamente como diretor de marketing, fico cheio de satisfação por fazer parte desta equipe tão dinâmica, visionária e pró-ativa.

E fizemos isso tudo por vocês, Puraleiros!

Parabéns!

É Purali!

A Importância do Feedback

Tenho observado o quão importante o feedback tem mostrado-se nos processos organizacionais, os resultados que ele traz para as empresas e às pessoas dentro das organizações. Minha “preocupação” com o feedback justifica-se porque todo funcionário necessita de “um retorno” para que possa alinhar objetivos, estratégias, corrigir problemas existentes, conflitos e também desenvolve o autoconhecimento e o crescimento humano.

Vejo que os profissionais buscam por feedback, pois eles identificam nessa ferramenta um momento de correção de rumos, um momento de motivação e, ainda, uma oportunidade onde o colaborador possa sentar com seu superior e discutir sobre seu desenvolvimento profissional na organização.

Mas para que esta ferramenta seja aplicada na sua totalidade, não podemos deixar de falar sobre o papel da comunicação no processo de feedback, pois é através dela que o emissor vai transmitir as informações. O emissor deve ter um vocabulário claro e objetivo visando o melhor entendimento do que se quer transmitir. Por isso, devemos prestar atenção aos seguintes aspectos:
- Vocabulário de fácil entendimento.
- Clareza nas informações.
- Tranquilidade.
- Objetividade, ou seja, sem rodeios.
- Evitar a pessoalidade.
- Criação de um clima amigável.
- Realização do feedback em um ambiente onde não haja interrupções.
- Durante o processo, deve-se tentar maximizar o desempenho dos funcionários.
- Propor um plano de ação para os pontos a serem melhorados.

Assim, o processo ocorrerá de uma maneira mais objetiva, facilitando o entendimento por parte do receptor. Para quem recebe o feedback é muito importante saber ouvir e, posteriormente, buscar questionar sobre algo que não ficou muito claro ou que não foi entendido completamente. Não basta apenas se conhecer ou ter autoconhecimento sobre os seus pontos fortes e fracos. Lógico que esses fatores são importantes, mas também é fundamental ver como os outros nos enxerga para que não haja distorções quanto às verdadeiras características profissionais e comportamentais. Agradecer sempre que receber um feedback é sempre educado, mesmo que o profissional tenha recebido uma crítica, pois isso mostra a maturidade frente à situação.

Ainda observo que nos momentos em que ocorrem o feedback, o emissor, por pessoalidade ou por outro motivo qualquer, acaba humilhando o receptor. O dicionário Aurélio define humilhação como: “Tratar desdenhosamente, com soberba; rebaixar, vexar, ou ainda submeter, oprimir”. Com isso, vejo como é fundamental o papel do emissor nesse processo, como é importante usar da impessoalidade para fazer ofeedback com os membros de sua equipe e o cuidado que se deve ter, a fim de que a humilhação não faça parte desse momento.

Também ressalto a significância da humilhação, pois ela pode configurar-se como Assédio Moral – que é a exposição de funcionários a situações constrangedoras e de humilhação, durante sua jornada de trabalho e execução de suas atividades laborais. Infelizmente isso ocorre, porque quem transmite o “feedback” tem como foco exercer pressão, no ambiente de trabalho, até mesmo com o intuito de fazer a outra parte (receptor) desistir de seu emprego. Saliento que o Assédio Moral fere a nossa legislação e gera implicâncias legais aos agressores.

feedback tem como principal objetivo contribuir para o desenvolvimento dos profissionais, fazer com que os mesmos enxerguem que existem pontos e a serem melhorados, sugerindo formas de como conseguir atingi-los. É também considerado como momento de explanação de algo positivo, ou seja, torna-se a oportunidade de enfatizar algo que este funcionário tem de diferencial e deixá-lo ciente desses pontos, pois isso é fonte geradora de motivação.

Os líderes, os coordenadores e os gestores têm um papel fundamental junto à ferramenta de feedback, pois está nas mãos dos mesmos a responsabilidade de aplicar o processo junto aos funcionários. Por essa razão, esses profissionais que realizam o processo devem preparar-se para o momento de fazê-lo com suas respectivas equipes, precisam encontrar a melhor forma de estruturar a fala, o ambiente, a forma de como verbalizar o que precisa ser dito e se fazer claro na ocasião, como já mencionado acima.

Ouço de muitos profissionais que o momento do feedback é um momento de tortura, uma ocasião de aflição, pois seus superiores estão despreparados para tal situação, uma vez que esses não possuem domínio da ferramenta ou, até mesmo, usam da grosseria e do poder para intimidar os funcionários. Eles esquecem que o correto seria justamente o contrário – no momento de feedback os gestores deveriam propiciar uma situação de troca, de aprendizado mútuo e instigar seus funcionários a melhorar sempre. É através desse processo que os gestores devem desenvolver o capital humano, para que os membros da sua equipe possam gerar melhores resultados.

Para finalizar, gostaria de lembrar aos líderes que não é suficiente saber realizar feedback. Saber aceitar ofeedback que também vem das equipes, para quem lidera é um desafio, pois esse é um exercício que traz desenvolvimento e que gera resultados surpreendentes. Que possamos refletir, cada vez mais, sobre a importância do feedback nas organizações!

Por: Antonio Luiz Alexandre para o portal RH.com.br (www.rh.com.br)

Um Ano Bem Vivido!

A APC, antiga A Plena, completou hoje seu primeiro ano. Parabéns a todos os envolvidos nessa empreitada que tem conseguido mais e mais adeptos! Obrigado a todos os parceiros e clientes, que sempre se tornaram grandes amigos. Nosso suor é pelo sucesso de vocês. E podem contar conosco sempre, a qualquer momento! Será sempre uma honra indicar-lhes o atalho!

Hooray!

Quem Tem Medo Do Sistema?

Por várias vezes, enquanto discutia com amigos ou quaisquer outros sobre curiosidades do mundo dos negócios ou mesmo curiosidades culturais, tais como: por que não há fotos de garotos obesos nos pacotes de bolacha, já que há fotos de pessoas na UTI em maços de cigarro, ou por que tal negócio deu certo ou deu errado, ou até mesmo por que tal partido político ou grupo de influência tem uma ou outra posição, ou por qual razão algumas pessoas ficaram ricas e outras se descabelam com suas condições complicadas, sempre acabo ouvindo uma justificativa que me deixa um tanto quanto irritado: “a culpa é do sistema”.

   Lembro-me de uma vez, quando ouvi a tal justificativa, cheguei a perguntar, com ironia, o que a pessoa entendia por “sistema”. Seria por acaso o Matrix? Um software que seleciona o que vai e o que não vai, com vários algorítimos sob esse propósito, ao qual estamos todos compulsoriamente conectados? A réplica da pessoa foi: “Depende… o que você entende por Matrix?”. Minha tréplica foi: “Talvez algum fenômeno coletivo que separa adultos de crianças, sagazes de passivos, caprichosos de relaxados, profissionais de despreparados, dedicados de desistentes… alguns chamam de sistema, outros chamam de mercado”. Mais ou menos isso.

O fato é que, usando uma dessas analogias clichês, o mercado está aí, como um oceano que tem extensão e profundidade, e abarrotado de nadadores, alguns à mercê das marés, outros prevendo-as e agindo de forma profilática para então “engordarem”. Nós estamos no mercado, ele define o sistema, o funcionamento a partir da combinação de público, empresas e organizações, fatores culturais, governamentais, naturais, e para se tornar o “Amyr Klink” dessa água toda, só se pode contar com um pressuposto, que parece óbvio, mas é tão difícil de ser atingido: o profissionalismo, que se dá como uma qualidade coletiva, pois ele se forma a partir de elementos inerentes a esse conceito: conhecimento, perseverança, precaução, preocupação com gestão de qualidade, com o entendimento aprofundado da atividade, interesse, esforço e, por último, mas não menos importante: humildade.

Humildade???

Sim! É a qualidade-chave. Através dela conseguimos as demais, que formarão o profissionalismo. No mundo empresarial complexo dos dias atuais (o tal sistema), com esse dinamismo todo de valores, cotações, oportunidades que surgem sem aviso, novos nichos, lastro publicitário, internet, etc., não podemos nos dar ao luxo de investir com excesso de coesão ou convicção sem respaldo. É impossível alguém ter consciência plena de todos os aspectos que podem, por ventura, influenciar nos resultados de um negócio, além do fato de que o mercado exige serviços cada vez mais especializados. Logo, um bom gestor de qualquer ramo de negócio que seja, deve ter em mente que, como vovó já dizia, não se alcançam objetivos grandiosos sem contar com outras pessoas ou organizações. Portanto, podemos dizer que uma das características de um verdadeiro profissional é não enfatizar seus diplomas ou idealizações a longo prazo, mas, sim, assumir o valor da participação de terceiros nas tomadas de decisão ou até mesmo na execução de serviços essenciais da empresa. A participação de terceiros tornou-se muito comum e é por isso que vemos em empresas de sucesso uma presença cada vez maior de outras organizações ou profissionais liberais que realizam a “terceirização” de algum serviço essencial ou de suporte.

A terceirização parte da premissa que “quem não sabe, contrata quem sabe”, ou “alugam-se ideias e criatividade”. A terceirização da criação de um projeto ou a execução de serviços mercadológicos, serviços gerais, ou quaisquer outros, tem como principal característica a especialização que o mercado tanto demanda. As empresas que terceirizam serviços são especializadas no que fazem e geralmente são experientes, pois possuem informações importantes na carga que trazem de outros trabalhos. Duas vantagens realmente estratégicas. Por sorte, muitas empresas relacionadas à administração em todas as disciplinas têm aparecido para dar suporte a negócios variados e podemos ver até exemplos de grandes empresas que são quase totalmente terceirizadas, como a gigante dos calçados Arezzo e a cosmética Natura, que chegaram a terceirizar até mesmo suas linhas de produção.

A terceirização pode, a princípio, propor orçamentos com valores mais altos de contrato, mas certamente implementará o “profissionalismo” na organização, o que tem, a médio e longo prazos, uma possibilidade muito maior de redução de custos e sucesso nos negócios.

       Moral da história: na dúvida, terceirize.

Quem São e Onde Estão Seus Novos Clientes?

PROSPECÇÃO: “Método e/ou técnica empregada para localizar… jazidas minerais”. Bem, é essa a definição dada pelo Aurélio, e se adicionarmos o termo “estratégia” aos termos método e técnica, essa explicação é mais do que apropriada para nossa realidade de vendas. Principalmente quando olhamos para “localizar jazidas”. Bons clientes podem ser verdadeiras jazidas, inesgotáveis de riquezas, visto que têm um grande poder de multiplicação. Ou seja, clientes sempre têm veios que se estendem até novas jazidas, e assim sucessivamente. É como uma grande teia, ou rede (infelizmente, alguns vendedores não atentam para esse aspecto importantíssimo). Mas, como jazidas, os clientes estão enterrados, escondidos, e, nos últimos tempos, a uma profundidade cada vez maior. Digo, está cada vez mais difícil identificar e encontrar bons clientes. Eventualmente, essas jazidas afloram, e quase que nos encontram. São os casos raros de clientes que nos procuram. Nesse caso, não podemos dizer que houve uma prospecção direta por parte do vendedor, uma vez que, na verdade, ele é que foi achado pelo cliente. É lógico que não podemos deixar de considerar que várias iniciativas tomadas pela empresa podem despertar a atenção e o interesse do cliente. Mas nesse caso, não será esse um mérito do vendedor. Não resta dúvida que ele poderá fazer um brilhante trabalho nas etapas posteriores da venda, mas não poderemos parabenizá-lo pelo trabalho de prospecção, pois este simplesmente não houve.

Não podemos confundir prospecção com iniciativas de divulgação ou comunicação em veículos de massa, como comerciais de TV, anúncios em revistas ou jornais, mídia outdoor, panfletagens, etc. Por mais dirigida que elas possam ser, não se enquadram na ação direta de ligar ou visitar alguém com o objetivo de identificar se esse alguém é ou não é um prospect qualificado. Assim, a prospecção é o ato de identificar e buscar novos clientes no mercado. Nunca perca de vista o fato de que também medimos a “agressividade” e competência de um vendedor pela capacidade que ele tem de gerar novos clientes. São os vendedores caçadores. Isso não significa dizer que a manutenção dos clientes (vendedores fazendeiros) deve ser negligenciada. Muito pelo contrário. Mas, é indiscutível que os melhores vendedores, tem uma rotina diligente de prospecção diária. Eles não descuidam, pois sabem que, a qualquer momento, pode haver mudanças significativas em sua atual carteira. Sabem que é o constante fluxo de novos clientes entrando que compensa possíveis perdas geradas pela saída de clientes antigos. Muitas vezes, saídas inevitáveis, como morte, mudança, etc.

Voltando à prospecção. Normalmente, o vendedor, a princípio, não sabe onde seus clientes potenciais estão, nem quem eles são. Quando prospectores de petróleo procuram uma nova jazida do “ouro-negro”, se valem de mapas, estudos geológicos, sondas e um aparato sem fim para minimizarem o erro de não acharem um bom poço. Da mesma forma, o vendedor campeão, antes de sair à caça de novos clientes, realiza, através de um trabalho estratégico de planejamento, um estudo minucioso sobre o produto ou serviços, suas possíveis formas de utilização, suas características, seus benefícios, o público-alvo a que se destina (lembre-se que o estrategista, como já falamos anteriormente, não sai dando tiros à toa). Ele, então, cruza as informações encontradas. O objetivo é traçar um perfil básico dos clientes potenciais de seu produto ou serviço. Depois de identificado, procura saber onde se pode encontrar esse tipo de cliente. Só aí ele começa propriamente o “ataque”. Começa a cavar a terra em busca de sua riqueza. Para isso, o marketing direto é um grande aliado da prospecção, e você deve, sempre que possível, se valer dessa importante ferramenta para potencializar resultados positivos na arte de conquistar novos clientes. Marketing direto é ação dirigida a clientes cujo perfil se conhece previamente. Assim, pressupõe-se que, antes do envio de malas-diretas ou e-mails ou de um trabalho de telemarketing ativo, o vendedor ou a empresa dispõe de uma lista selecionada, minimamente qualificada, com o objetivo de aumentar as chances de acerto. Caso contrário, todo esse esforço será tão somente uma iniciativa de massa, e não condiz com o dia-a-dia de um estrategista. Lembre-se: um tiro; no máximo dois.

Não pense que o tema prospecção é abobrinha. Essa deveria ser uma das áreas a receber maior atenção e diligência de sua parte. A prospecção está diretamente relacionada ao seu desempenho, aos seus resultados. E, para obter bom êxito nessa área, você precisa desenvolver uma importante virtude: a perseverança.

Bem, é lógico que quando falamos de prospecção, estamos voltando-se mais para os casos de vendedores externos, uma vez que se trata de uma iniciativa pró-ativa do vendedor, que vai a busca do cliente, sem esperar que ele apareça. No caso de lojas do varejo, é notadamente mais difícil vendedores lojistas (portanto, internos) prospectarem clientes. Mas, alto lá. Não estou dizendo que é impossível. Não é pelo fato do vendedor interno não poder ir fisicamente ao cliente que significa dizer que ele não poderá fazer um trabalho de prospecção.E não estou falando daquelas situações, ainda comuns nos centros de algumas grandes cidades, ou em cidades do interior do estado, quando vemos verdadeiros animadores nas portas das lojas, de microfone em punho, quase que “tangendo” o gado (digo, clientes) para dentro do curral (digo, loja). Estou falando de prospecção profissional, digna de um campeão estrategista. Veja a seguir algumas formas eficientes que vendedores varejistas podem usar para prospectar novos clientes para seus negócios:

1. O vendedor campeão continua sendo um vendedor mesmo fora da loja. Portanto, em reuniões sociais ou familiares, com amigos ou parentes, ele não deixa de promover seu negócio, seus produtos ou serviços. Assim, em conversas informais, cria oportunidades de identificar pessoas que podem ser seus clientes em potencial, ou prospects. Resumo: não importa a hora ou lugar, VENDA. Também não precisa exagerar, perturbando pessoas em pleno velório ou na hora do culto ou da missa. Use o bom senso e a moderação.

2. Indicações. Essa é velha, mas ainda não inventaram nada melhor. Apesar disso, muitos vendedores simplesmente esquecem de usar essa ferramenta poderosa de prospecção. Diga-me: qual a dificuldade de você perguntar para seus clientes fiéis se eles conhecem amigos ou parentes que também possam se interessar pelos produtos ou serviços de sua loja? Nenhuma! E por que você não faz isso? Acorde!!!

3. Agora, ataque também os clientes que só entraram para olhar, mas não compraram. Que tal se você pedisse a essas pessoas o número do telefone delas, com o compromisso de ligar para elas logo que cheguem as novidades, ou a nova coleção, ou ainda a próxima promoção da loja? Eu sei que muitas delas não cederão, dirão que estão só olhando. Mas, já imaginou se 10% dessas pessoas derem o número de telefone? Imagine que em sua loja entram diariamente 20 pessoas que não compram. Se duas derem o telefone para posterior contato, no final do mês, você terá pelo menos 48 nomes para serem contactados. Digamos que somente 20% delas comprem. Bem, serão 10 novas clientes que você terá conquistado, sem um imenso esforço. E isso significa MAIS VENDAS. É simples? Então, o que está esperando? A não ser que você não goste de uma comissão mais gorda no fim do mês…

Caro vendedor(a), imponha-se uma meta de prospecção. Exija mais de si mesmo. Pare de ficar esperando que as coisas aconteçam. Para de ficar culpando o mundo pelo fato de você estar vendendo pouco. Lembre-se de um trecho de “Para não dizer que não falei das flores”, memorável e antológica música de Geraldo Vandré. Ela diz assim: “…quem sabe faz a hora, não espera acontecer…” Ou seja, a hora de prospectar é AGORA. O local é SUA LOJA. A pessoa é VOCÊ. Não faça isso porque seu gerente, seu chefe, supervisor ou o dono de sua loja está pedindo ou mandando. Faça isso porque está em jogo seu sucesso, seu desenvolvimento, seu crescimento. O verdadeiro campeão não se contenta com as oportunidades que lhe surgem. Ele cria mais outras. Simplesmente porque não pode entregar a responsabilidade de seu crescimento aos outros. Essa responsabilidade é dele. É sua!

Penso que já está devidamente claro para você, um vendedor campeão, a importância da prospecção. Já vimos como os vendedores internos podem se valer dessa importante ferramenta para aumentarem suas vendas. Agora, é a vez do vendedor externo. Se você é um deles, vamos direto ao assunto. Responda, de bate-pronto: “Em média, quantos novos clientes você tem contactado por dia? Esse número é suficiente para te gerar um contínuo incremento em seus resultados de vendas?” É sério! Se você não estiver dando atenção a isso, a morte em vendas está próxima. Você já deve saber o que é a prospecção. Mas, deve estar se perguntando, agora, “como um vendedor externo pode prospectar?”. Vamos, então, às estratégias campeãs de prospecção:

A. Em primeiro lugar, você deve conhecer bem o produto que está trabalhando, assim como suas características e todos os potenciais benefícios que ele pode gerar para os possíveis clientes;

B. Trace o perfil do cliente potencial para cada um dos produtos que você tem. Para evitar “achismos”, uma excelente prática é extrair esse perfil de seu banco de dados de clientes atuais. É importante observar que devem ser considerados vários aspectos que possam ajudar na segmentação desses clientes, como renda, localização geográfica, hobby, classe social, hábitos de consumo, idade, sexo, etc. O estudo sobre seus atuais clientes irá lhe ajudar a identificar onde poderão ser encontrados os novos. A partir daí, é só elaborar estratégias para prospecção desses possíveis clientes. Pode ser através de visitas diretas, ou através de contatos telefônicos, ou usando a mala-direta convencional, ou eletrônica, precedendo o contato pessoal;

C. Existem várias fontes para prospecção, além dos clientes atuais e passados. Aqui vão algumas delas: Listas de visitantes de empreendimentos anteriores, ou visitantes de stands em feiras, prospects anteriormente contactados e que não compraram, livros de personalidades sociais, livros de planos de saúde, advogados, catálogos e/ou álbuns comemorativos de instituições federais e estaduais, eventos sociais ou de negócios, palestras, feiras e congressos, amigos e colegas de seus familiares, vizinhos, e, por fim, toda e qualquer pessoa que você encontre na rua etc. Parece absurda a última hipótese: “Toda e qualquer pessoa que você encontre na rua”. Mas é verdade. Vendas é relacionamento, é contato. Vendas tem a ver com falar com pessoas. Quanto mais pessoas você falar, maiores serão as chances de você gerar negócios. É lógico que estou considerando que você deve ter uma apresentação pessoal adequada para não assustar as pessoas. Além disso, você deve cuidar com o que diz e quando diz. Muito dificilmente, uma moça bonita, sentada sozinha em um restaurante, iria acreditar que você estava realmente querendo vender alguma coisa, caso você fosse abordá-la numa ocasião como essa. Cuidado, use o bom senso;

D. Existe uma prática super-eficiente na etapa de prospecção que você tem que introduzir no seu dia-a-dia, até que a mesma se transforme num hábito: pedir indicações. Não importa a quem você esteja pedindo, se clientes atuais, se amigos, familiares, ou prospects que rejeitaram seu produto. Nada impede que, após uma entrevista de vendas, ou uma visita de manutenção a um cliente, você peça indicações de possíveis clientes. Mas cuidado como você pede. Você não está mendigando. As solicitações devem ser sempre positivas e mostrando que seu interlocutor estará fazendo um grande favor ao indicado, por dar a você o nome dele. Exemplo: “Sr. Roberto, quem de seu círculo de amizades, ou dentre seus familiares, poderia aproveitar esta oportunidade [ou, se beneficiar fazendo esse investimento... ou, seria um potencial interessado nesse produto... ou, mereceria estar neste empreendimento];

Finalmente, quero lhe afirmar, categoricamente, que as estratégias indicadas acima não são apenas teorias, elas funcionam mesmo, desde que nos disponhamos a perseverantemente aplicá-las em nossas rotinas diárias de vendas. Foi usando essas práticas que, no mês de Abril/2002, tornei-me, graças ao bom Deus, o consultor imobiliário campeão de vendas do Alphaville-Fortaleza, com mais de 50 lotes vendidos, num breve período de 14 dias. É lógico que todas essas vendas não nasceram nesse período. O trabalho de prospecção começou, pelo menos, 45 dias antes da data de abertura de vendas. Depois, fui só colhendo os frutos. Acredite, você pode ser um campeão de vendas. Mas, necessariamente, você terá que dar bastante atenção à prospecção. Ignorá-la é decretar a mediocridade de seus resultados. Tenho certeza que não é isso que você quer para si mesmo. E lhe asseguro que não é isso que você merece. Você merece brilhar, estar no topo. Mas terá que fazer sua parte. Prospecte. Bençãos, e até a próxima, se Deus permitir.

 Paulo Angelim

 Consultor e palestrante nacional em Marketing, Vendas e Motivação

 Autor de “Por que eu não pensei nisso antes?”

http://www.pauloangelim.com.br